domingo, julho 09, 2006

Deve ser complicado ser mulher... II

Não, este post não tem nada a ver com o anterior...

Ofereci o "Diário da tua ausência" à minha irmã. A conselho de uma gaja, meninos e meninas, não se assustem - nunca me ocorreria, de minha livre e espontânea vontade, oferecer um livro com tal apresentação...

E foi justamente essa apresentação que me fez pegar nele e começar a lê-lo... sabem, aquela habitual bi-polaridade, aquela coisa de "a mulher, enquanto criatura corajosa, sensata, sábia" e outros adjectivos plenos de superlatividade e "all things good & fine", que neste momentos não me ocorrem... tendo por extremo oposto "o homem, com o seu corpo musculado q.b. e as suas qualidades que fazem com que a mulher não tenha outra alternativa senão apaixonar-se por ele"... but, alas... ele está possuído pela imaturidade, pela intranquilidade, pelo desejo de percorrer todos os caminhos, de palmilhar todas as quintas, de visitar todas as sex-shops... enfim, dava um grande filme, se calhar... mas não um filme grande, a não ser que fosse filmado pelo Manoel.

Por mim, resumo a minha opinião a uma única exclamação - Jejúje!!!!! Abrenúnchio, Chenor, shalbai-nos!!!!

Gajas... digam-me lá, a sério... pelo menos uma vez na vida, sem duplos significados, nem "enigmatices", nem outras merdas acabadas em "ices" e "ezas"... vocês são mesmo assim? Vocês pensam mesmo assim?

Para quem me responder "sim"... só posso dizer "Lamento, caríssima. Fazes-me pena".

"Os homens não fazem a mínima ideia do que é o amor antes dos trinta anos. E depois, a maior parte das vezes, não sabem o que fazer com ele" (Margarida Rebelo Pinto, "Diário da tua ausência")

Só posso encarar isto como um mantra, para ser entoado vezes sem conta, com um objectivo auto-reconfortante. Sim, existem outros métodos para o auto-reconforto, normalmente recorrendo a instrumentos vibratórios, mas o objectivo aqui é massajar o ego, e não o corpo. Basicamente, é uma daquelas formas que as mulheres utilizam para criarem a bi-polaridade - ilusória - de que falo acima.

As mulheres, esses seres superiores, plenos de sabedoria, sabem perfeitamente o que é o amor. Aliás, de tal forma o sabem, que a autora, no parágrafo seguinte, utiliza a definição de amor apresentada por um homem!!!! Hello! Inconsistency, anyone? Deve ser, certamente, um desses homens que encerra no seu corpo uma alma de mulher, claro.

Sim, quase que consigo imaginar legiões de gajas por esse país fora a lerem isto, e engolirem cada patranh... er, quero dizer, palavra, e a aceitarem este mantra como verdadeiro, e a entoarem fabulosos cânticos, que irão controlar as suas vidas por um longo período de tempo... que, infelizmente para algumas, poderá ser demasiado longo.

E ainda me perguntam porque digo "Fazes-me pena"...?

"Hoje quase todas as pessoas o são!..." (nota: levianas) "Falam em amor como se fosse um frasco de amaciador para a alma, acessível a todos, à distância de um braço numa prateleira de supermercado" (Margarida Rebelo Pinto, "Diário da tua ausência")

Epa, lamento imenso estar a perturbar a fantasia de alguém com a minha intervenção político-amorosa, mas... sim, é verdade. Não sei o que é o amor (faço a minha ideia, mas é minha), mas se há característica que não duvido que tenha é a democracia.

Está ali mesmo, ao alcance de toda a gente. Não na prateleira dos amaciadores, mas sim naqueles expositores mesmo ao pé das caixas, juntamente com todas as outras coisas que temos tendência a ignorar e a esquecer-nos. Sim, meninos e meninas, esses expositores existem devido a inúmeros estudos, realizados por aindas mais inúmeros cientistas dedicados e inteligentes, que provaram que há um conjunto de itens que temos tendência a ignorar, excepto quando nos são colocados mesmo à frente do trombil. Ora, o amor, se estiver em alguma prateleira de supermercado, tem tudo para estar aí.

Sim, eu sou daqueles que acredita não só que o amor é acessível a todos, como ainda por cima está realmente à distância de um braço. Se as pessoas não querem esticar o braço, isso já é problema delas. E, muito sinceramente, clichés idiotas sobre como os homens abaixo dos 30 são isto e acima dos 30 são aquilo só têm uma consequência - manter quieto um número cada vez maior de braços.

E ainda me perguntam porque digo "Fazes-me pena"...?

E agora, vamos rir um pouco...

"O desejo é tão evidente na natureza masculina como o amor o é na natureza feminina. Primeiro, eles desejam-nos como presas e troféus. E só depois, muito raramente, se apaixonam por nós. Nós só os desejamos se já os amamos" (Margarida Rebelo Pinto, "Diário da tua ausência")

Não consigo fazer aqui um comentário sério porque é muito difícil fazer um comentário sério quando me estou a rebolar a rir no chão. Sendo assim, e porque fiquei tão contagiado por este exemplo de sensatez e insight, decidi retribuir, com alguns pensamentos igualmente sensatos e insightful, nomeadamente:
- A nabice ao volante é tão evidente na natureza feminina como a perícia na condução o é na natureza masculina. Primeiro, elas aceleram como se estivessem a disputar troféus. E só depois, quando já têm o carro enfiado na árvore, se lembram de nós. Nós só desejávamos que elas amassem tanto o travão como amam o acelerador.
- A tendência para se desfazer em lágrimas por dá-cá-aquela-palha é tão evidente na natureza feminina como a falta de pachorra para com essas manifestações lacrimejantes o é na natureza masculina. Primeiro, parecem estar presas nas garras de Balbucius, e não conseguem dizer uma frase com nexo. E só depois, muito raramente, se apercebem da figura que estão a fazer. Nós só desejávamos que elas se calassem mais rapidamente.

Enfim, muitas outras "grandes verdades" haveria para dizer, mas está na altura de terminar.

Li o livro todo. Não vou dizer à minha irmã que não o leia. Não vou dizer a gaja nenhuma que não o leia. Não por achar que o devem ler, mas porque, sendo eu um gajo, a minha opinião contará menos que a do periquito que está na gaiola, na marquise, a apanhar sol.

Como cantou o Adam Duritz:
"I wish I was a girl
So that you could believe me
" (Counting Crows, "I Wish I Was A Girl")

Epa, é, basicamente, um conto de fadas. Como na maioria dos contos de fadas pós-modernos, a gaja parece acabar sozinha, mas não é bem assim. Está acompanhada por toda aquela sabedoria, sensibilidade, sensatez, tranquilidade, etc, etc, etc que as gajas por vezes têm, e que gostam de pensar que os homens não têm. Enfim, desde que ela pense que está em boa companhia, é o que interessa.

Eu até gosto de um ou outro conto de fadas... ocorrem-me, assim de repente, alguns que me lembro de ter gostado muito: "Ata-me", de Pedro Almodovar; "Jet Lag", de Danièle Thompson (sim, é um filme francês; nem todos os franceses são idiotas); "Million Dollar Baby", de Clint Eastwood; "Uma Casa, Uma Vida" ("Life As A House", no original), de Irwin Winkler.

Experimentem vê-los. Há contos de fadas que valem a pena.

Mas outros há que... olha, aproveitando a deixa deixada ("deixa deixada"... hum, gostei desta :) ) aqui (obrigado, a), apenas me ocorre dizer o seguinte: Caríssimas, vão-se foder mais os vossos contos de fadas (que as fadas me perdoem, que não têm culpa nenhuma), nas suas milhentas encarnações, inclusivé naquelas que dizem:

"Sei que a vida quase nunca é como nos livros e muito menos como nas histórias exemplares, do tempo dos reis e das fadas" (Margarida Rebelo Pinto, "Diário da tua ausência")

Tenho realmente pena das incautas que vão ler este livro, e que se possam deixar influenciar pelo que lá está escrito... mas há já algum tempo que cheguei à conclusão que vocês devem gostar disto... enfim, cada um(a) tem aquilo que merece...

:* & [] & façam por ser felizes...

18 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Não dá para resistir a um post destes... tocaste num assunto que me costuma revolver profundamente as entranhas! É vê-las nas paragens de autocarro com as capinhas de cores cítricas, a desfolhar ávida e compenetradamente as páginas desse "top mais" da indústria livreira e, pronto, lá sinto o empurrão do vómito a toldar-me os sentidos! É assustador, mas real.

E digo-te mais, conheço muito boa gaja que acredita piamente na velha e estafada afirmação de que "os homens são todos iguais", seguida invariavelmente do apêndice: "e são todos uns porcos". É vê-las a debitar opiniões sobre a metafísica do amor, como se fossem as únicas detentoras da verdade. Nem é preciso recuar uma geração para que a mente feminina se revele em todo o seu esplendor, fruto de séculos e séculos de escravidão moral. Elas existem, sim senhor. E é caso para ter medo...muito medo!

Mesmo as que se dizem orgulhosamente detentoras de uma mente aberta, escondem, muitas vezes, por baixo da camada superficial, uma fera puritana. Cuidado com elas! Falam mal dos homens mas, atenção, para elas, um homem não é nada, comparado com uma mulher desavergonhada. Essa, sim, é um erro da natureza, um desastre natural, um alvo a abater!
Por isso é que simpatizo com as putas. As putas não dissimulam (tirando as que fazem o choradinho: "só faço isto para dar de comer aos meus filhos..."). E porque é que não existe um substantivo masculino para puta, com a mesma conotação do feminino?

Este "nós só os desejamos se já os amamos", esta porra desta verdade universal dá-me a volta aos pirulitos! Mas quem é que disse isto primeiro? Quem foi o/a inteligente? De que mente pérfida saiu esta agudeza mental?

Tantas mulheres tristemente subjugadas aos maniqueísmos das telenovelas, das Rebelo Pinto que por aí circulam impunemente...espero sinceramente que o livro não faça mal à tua irmã, embora ache que estás a brincar com o fogo. Teria sido muito mais decente da tua parte teres provado o veneno e impedi-lo de chegar às mãos da tua irmã, em vez de te arriscares a corrompê-la. Para mentes sãs, recomendava "O amor nos tempos de cólera", isso sim, um grandioso exemplo da humanidade e preserverança do sexo masculino. Mas, enfim, falaste bem. Falaste, sim senhor. Parabéns. Bom post. Vou voltar mais vezes.

21:15  
Blogger Sea said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

22:16  
Blogger Sea said...

Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.
Lê quem quer e, acima de tudo, acredita quem quer. Não é por leres que tens de, necessariamente, assimilar cada palavra como verdade irrefutável.
As opiniões que se formam sobre os homens, neste caso, pelas mulheres, secalhar têm a ver com as experiências vividas, mas isso, claro, não implica que se generalize a todo o universo masculino.
Eu tenho a minha concepção de amor, falsa ou não, mas é a minha. Aliás, nunca fui influenciada nas minhas opiniões ou juizos de valor, pela leitura de um livro, fosse ele muito bom ou muito mau.
Acredito que, quem faça isso é, antes de mais, muito pobre de espírito.
Como ultimamente digo... é tudo relativo (acho que ando virada para a teoria da relatividade).
beijos e chapadas :D

22:17  
Blogger Lisa said...

Nunca li MRP e, a avaliar pelo que transcreves, ainda bem! As citações que enumeras são um amontoado de chavões e clichés gastos, de quem constrói uma filosofia de vida de "nós" por oposição a "eles".
Primeiro: a vida não é assim tão simples. Se as pessoas não fossem seres complexos, independentemente de pertencerem ao género feminino ou masculino, a vida seria bem chatinha...
Segundo: esse tipo de generalizações são redutoras e perigosas, fazem acreditar que o mundo é plano e sempre igual. Servem uma espécie de "novo feminismo" de revista, uma exaltação da mulher como ser perfeito e lindo, e os homens como bichinhos ou criancinhas que precisam da asa protectora das mulheres para se evoluíres...
É triste. E não é assim.
E olha que acredito em fadas, mas não nessas. Acredito, acima de tudo, em pessoas.

09:41  
Blogger SkinStorm said...

Ha autores que deviam constar de uma lista de perigos para a saúde pública. E tem cuidado com as citações, olha que a MRP ainda te processa por plágio :)

11:45  
Blogger A said...

Olha, eu ri-me tanto tanto tanto a ler isto... nem calculas... e logo no mesmo dia em que escrevo um post (também) dedicado a ti, e pegando nalgumas das tuas palavras, também porque tenho conhecido alguns homens fantásticos e porque tenho tido alguns problemas porque apenas não sigo à risca a lei floreana rebeliana pintesca de
"nós só os desejamos se já os amamos."

A Guida anda mesmo mal...

Concordo imenso com a Jane, mas ao invés de ter raiva e pena das ditas moças, as puritanas e as que lêem MRP nas paragens de autocarros, regozijo-me por ter nascido e crescido noutro contexto.

Não posso nunca deixar de me rir e dar graças aos céus.

Pensei que esse livro fosse do Nicholas Sparks... títulos parecidos... eh... a merda é a mesma...

Beijos

22:02  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, Jane.

How I understande you... no fundo, aquilo q acho realmente lamentável é o desperdício. Pessoas q se arriscam a desperdiçar uma vida pq criam uma visão da mesma q está completamente distorcida, mas q elas vêm como inquestionavelmente correcta.

Faz-me realmente pena.

"E porque é que não existe um substantivo masculino para puta, com a mesma conotação do feminino?"

Imagino q a comissão q tomou decisões sobre este itpo de questões era composta exclusivamente por homens :)

"espero sinceramente que o livro não faça mal à tua irmã"

A minha irmã tem 50 anos. Acho q o q quer q seja q lhe poderia ter feito mal, já fez. Mas vou dizer-lhe o q achei do livro, claro.

Bigado pela força. Volta sempre :)

22:40  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, Sea :)

Sim, td é relativo.

Mas há certas coisas q levantam algumas interrogações. Neste caso, o facto de ter ouvido um nº considerável de gajas a falar do livro, e a recomendá-lo.

Tal cm dizes, n quer dizer q engulam td aquilo q lá vem como "verdade irrefutável", mas... enfim, só sei q nd sei.

:*

PS: Qt + me bates... ;D

22:45  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, Lisa.

"e os homens como bichinhos ou criancinhas que precisam da asa protectora das mulheres para se evoluíres..."

O irónico é q até há situações em q isto é uma gd verdade, e eu reconheço-o. Muitos homens, pela forma cm são educados (ainda hj em dia, infelizmente), chegam a adultos sem estarem realmente preparados para enfrentar uma vida, falhando em aspectos fundamentais, aspectos q, na educação da mulher, n são descurados.

Mas o problema é qd se pega nessas situações e se começa a extrapolar pa o td...

Eu gosto de fadas... ou n fosse eu um gd fã de D&D :) Mas esforço-me por reconhecer os seus limites.

22:59  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, Skin :)

N te preocupes, amiga. A Blogoesfera é enorme.

Mas, se por algum milagre tropeçassem no meu cantinho, e me melgassem por causa disso, retirava as citações. Afinal, o q menos custa é dizer a mm coisa por outras palavras.

23:02  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, a - esta coisa de haver a a e a A, às vezes faz uma certa confusão :)

"Olha, eu ri-me tanto tanto tanto a ler isto... nem calculas..."

Glad to have been instrumental in putting a smile on your face :)

"e logo no mesmo dia em que escrevo um post (também) dedicado a ti"

Tenho q ir ver isso.

«porque apenas não sigo à risca a lei floreana rebeliana pintesca de "nós só os desejamos se já os amamos."»

Os meus parabéns! Falo a sério.

"Pensei que esse livro fosse do Nicholas Sparks... títulos parecidos... eh... a merda é a mesma..."

Nem me fales. Esse é outro q tenho q ler um dia destes. Nunca o ofereci a ninguém, mas entrei em colectas de prendas para amigas em q a prenda acabou por ser um livro dele. Pelo q ouço, o substrato n deve ser mt diferente.

Cheira-me q ainda deverá ser por oferecer coisas destas q hei-de ir parar ao Inferno. Diga o Papa o q disser, há-de ser pior do q muitas das depravações q ocupam o meu tempo online :D

23:14  
Blogger Joana Carneiro said...

acho que a opniao do piriquito q esta a apnhar sol, é mais coerente e nutrida de sabedoria, do q da pseudo-escritora q referes!!! Viva o Piriquito!!
N acho q as mulheres sejam mais sonhadoras, sao sim mais francas nesse ponto: Os homens tb sonham com a bela amazona q lhes hade arrebatar o coraçao bla bla bla...apenas n o dizem, nao vao achar q eles andam a ver mtos filmes da TVI, e q n tarda querem cortinados cor de rosa no quarto... ACho q a principal diferença, esta no medo. A mulher, tem medo de se maguar com o amor, o homem de o assumir, pq n assumindo, tb na se magoa. Treta.. magoa-se tanto, ou mais. A mulher, mesmo tendo medo, «atira-se» de cabeça (sensatez ou loirisse, venha o diabo e escolha), o homem, refugia-se na masculinidade e na treta do «um homem nao chora». Ai nao q n choram...

03:15  
Blogger Sea said...

Para que conste e porque sou do contra, não li esse livro e não tenho nenhuma intenção de o fazer. Aliás, também não sou como a maioria das gajas que por aí anda... por isso...

P.S.: ai é? :D:D

10:59  
Blogger Llyrnion said...

Hallo, Ovo :)

Sim, é óbvio q o homem sonha. O problema n está em sonhar. O problema está em deixares q um determinado sonho te controle a vida, a ponto de o utilizares cm filtro para a realidade, e rejeitares td o q não esteja conforme esse filtro.

Essa do chorar é engraçada. No outro dia, comentei algo parecido. E, entretanto, lembrei-me de uma coisa - há filmes q me puxam as lágrimas sempre no mesmo sítio, mesmo q os veja mil vezes; se estiver a ver sozinho, nunca falha; se estiver a ver com alguém com quem me sinta à vontade (seja homem ou mulher), o resultado é o mesmo; se estiver com alguém com quem n me sinto assim tão à vontade,... nd... nem um aumento de humidade relativa nos olhos :)

Talvez seja um reflexo da tal masculinidade de q falas.

Qt a essa história de "a mulher atira-se de cabeça"... há as q o fazem, e eu serei eternamente grato por isso, senão tinha ficado sozinho toda a minha vida :) Mas a maioria delas tem outras coisas para fazer com a cabeça... nomeadamente, pensar até ao Fim dos Tempos.

Como cantaram os Lynyrd Skynyrd, "We ain't that different"... pelo menos, em certas coisas.

23:45  
Blogger Llyrnion said...

OK, Sea, point taken :)

PS: É :D

23:47  
Blogger Sea said...

é... é... :D

11:04  
Blogger A said...

Eu sou a A do Psicologias da Treta

Há também a A. do Ask Askim

Não fazer confusão, ok?...

Sem minúsculas; o Blogger é que assume as minúsculas, não nós que somos duas A's. Eu sem pontinho e ela com pontinho.

Beijos (já que estás em maré de prendas, será que não chove nada para estes lados? lol)

15:13  
Blogger Llyrnion said...

OK, gotcha, A

Nesse aspecto, dependo completamente do impulso. Os Natais e os aniversários são péssimos pa mim, pq representam deadlines para a compra de presentes :)

:*

09:14  

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